• RUPTURA COM O PSOL!

    “Venceremos se não tivermos desaprendido de aprender.”

    Rosa Luxemburgo

    *ASSINE A CARTA*

    https://forms.gle/G84jxXVNKduFUzzaA

    1. A eleição de Lula à presidência em 2002 expressou uma rejeição ao modelo neoliberal implantado no governo Collor e consolidado nos dois mandatos de FHC. Seu governo, no entanto, foi a negação dessa expectativa, e acabou por se transformar num agente de defesa dos interesses do grande capital e da “conciliação” de classes, concretizada na reforma da Previdência de 2003 e na corrupção do mensalão em 2005. A fundação do PSOL foi uma forma de rechaçar o colaboracionismo de classes e apoiar as lutas dos trabalhadores, com o resgate da independência política popular expressa em movimentos sindicais e sociais, que logo passaram a contar com a militância psolista. O método central do PSOL foi uma construção partidária, baseada na experiência na realidade objetiva e viva das lutas de base dos explorados e excluídos. Articulava também a luta pelo socialismo às lutas contra todas as opressões, injustiças e barbáries cotidianas, e pela liberdade. E muitas pautas foram centrais, como a dos LGBTQIA+s, a defesa dos direitos das mulheres e das pessoas com deficiência e o combate ao racismo – pautas construídas pelos setoriais temáticos sempre junto às lutas autônomas dos movimentos sociais. O PSOL foi protagonista em mobilizações e ações diretas, no apoio a greves e lutas sindicais dos trabalhadores (petroleiros, garis, professores, camelôs e tantas outras categorias), aos desempregados, sem-teto, sem-terra. O PSOL nasceu e cresceu até a primeira metade da década passada conduzindo-se com o melhor do legado da participação popular e da luta de classes do Brasil pós-ditadura.

    2. O PSOL nasceu, portanto, como resultado da resistência militante ao projeto petista de adequação à ordem burguesa. Rompemos com o PT – não só com a sigla, mas também com a política de “conciliação” de classes, de apaziguamento das lutas sociais, de rebaixamento do projeto político, de ataques aos direitos dos trabalhadores, de repressão aos movimentos sociais, de despolitização dos trabalhadores e de sujeição e adentramento total na política de cooptação, seja do Estado, seja do governo, dos quadros e lideranças políticas.

    3. Nesse sentido, o PSOL surgiu como uma esperança e possibilidade, para os diversos lutadores e lutadoras que ficaram destituídos de uma organização política, de construir uma nova organização, com independência de classe, que fosse radical, mas não sectária, que se dirigisse às massas como um novo polo de aglutinação dos que se batem pela construção de uma sociedade socialista. Para tanto, o PSOL foi pensado como uma ferramenta para enraizar-se na luta concreta dos trabalhadores através de núcleos de base que se espalhariam pelos territórios, pelos locais de trabalho, de estudo, e pelos movimentos sociais. Os núcleos e as setoriais temáticas seriam a principal ferramenta política do partido.

    4. Entretanto, o debate sobre a superação do programa democrático popular, que embasa a estratégia de priorizar a luta por dentro das instituições, foi sistematicamente bloqueado, e a prática do partido nunca conseguiu ir além dos marcos do horizonte eleitoral. Como consequência, a disputa partidária foi progressivamente se reduzindo a uma interminável guerra fratricida pelo controle do aparato partidário, pelo acesso ao fundo partidário e por espaços nas instituições do Estado.

    5. Nos últimos anos, principalmente a partir do congresso de 2015, com a intensificação da ofensiva do capital sobre o trabalho, as correntes partidárias mais afinadas com o melhorismo petista se fortaleceram. Sempre vale destacar que o partido e suas instâncias de decisão nunca priorizaram os militantes em seus congressos, mas sim os filiados – a maior demonstração histórica disso, que alterou radicalmente a correlação de forças, foram as recorrentes distorções congressuais no Amapá, onde o PSOL era o maior partido em filiados no estado, mas com pouca expressão política e social (e mesmo essa pouca expressão se baseava em alianças espúrias e com políticas bem reacionárias). Com o golpe parlamentar de 2016, em grande medida produto da decepção dos trabalhadores com os ataques a seus direitos perpetrados pelo governo Dilma e pela política explícita do PT de desmobilizar as lutas sociais, a direção do PSOL foi se adaptando progressivamente aos parâmetros da institucionalidade burguesa. Como consequência, o espaço para a defesa do socialismo foi sendo gradativamente banido do debate interno.

    6. Esse cenário de crise política foi deflagrado em Junho de 2013 com uma campanha massiva por direitos, seguida pelas manifestações contra a Copa em 2014, ambas duramente reprimidas pelo Estado burguês, incluindo os governos do PT. Tudo isso ocorreu em meio a uma crise econômica mundial, que provocou uma nova onda de políticas de austeridade e fez com que a burguesia aprofundasse seu ataque sobre os fundos públicos.

    7. O PSOL foi concebido para funcionar tendo como pilar a construção de núcleos e setoriais de base. Entretanto, a direção burocrática passou a adotar, cada vez mais, uma política de boicote à organização e intervenção da base partidária. No congresso partidário de 2017, a linha política do PSOL já era claramente conciliatória, e o método político de tentar o enraizamento social pelos núcleos e setoriais passou a ser alvo de ataques sistemáticos. Como nesses espaços havia uma crítica maior às linhas do partido, eles foram esvaziados deliberadamente, para cercear a crítica e a autonomia política dos militantes. Desde então, o boicote às expressões da base partidária intensificou-se, comprometendo totalmente o poder de decisão dos militantes sobre os rumos do PSOL.

    8. O agravamento desse cenário partidário acompanhou o aprofundamento da crise mundial e seus reflexos devastadores sobre a sociedade brasileira. A crise se amplificou em todas as direções e de todas as maneiras; a catástrofe ambiental ficou patente; as crises políticas se internacionalizaram; a crise econômica gerou uma crise social dantesca, de caráter estrutural, desencadeando outras crises: humanitária, migratória, etc. Assim, chegamos às eleições de 2018, momento-chave para o partido finalmente se apresentar como um aglutinador das lutas sociais e políticas, tornando-se referência nos processos de mobilização contra a barbárie capitalista e apresentando um projeto alternativo para a sociedade. Em vez disso, no entanto, o PSOL optou por ser uma legitimação à esquerda do petismo. Não é de estranhar que tenhamos tido nosso pior desempenho eleitoral nesse ano. A eleição culminou no segundo turno com uma polarização entre uma ruptura à direita da ordem, encarnada em Bolsonaro, e um salto para o passado, apresentado por Haddad. Com a vitória de Bolsonaro, os ataques aos direitos dos trabalhadores se intensificaram com a reforma da Previdência e a acentuação da precarização do processo de trabalho.

    9. Bolsonaro aprofundou os ataques sobre a classe trabalhadora, os oprimidos e o meio ambiente, e desestabilizou ainda mais a democracia burguesa, trabalhando dia e noite para criar condições políticas e sociais para fechar o regime por completo. Justamente quando mais se faria necessário um enfrentamento com a burguesia, o projeto fundacional do PSOL colapsou de vez. Com a pandemia e o adiamento do congresso partidário, tudo se agravou: o congresso se tornou ainda mais um espaço de filiados, o debate político foi reduzido a quase zero e a militância aguerrida do PSOL viu-se completamente alijada de qualquer papel decisório.

    10. O congresso do PSOL de setembro de 2021 optou por uma frente eleitoral de esquerda e a criação de um programa sem participação militante, nem pautado nos espaços de base do partido. Em 2022, a direção do partido traiu as deliberações do congresso e acatou uma chapa de frente com inimigos históricos da classe trabalhadora; além disso, deliberou, sem nenhuma discussão com a base militante, uma federação partidária com a REDE Sustentabilidade, partido ecocapitalista financiado pelo grande capital, que cooperou com inúmeras contrarreformas, como a reforma da Previdência, e que se posiciona contrariamente às pautas históricas do feminismo.

    11. A crise capitalista em curso é monumental e atinge todos os aspectos da vida. A emergência climática evidencia que as condições socionaturais para a reprodução da vida estão seriamente ameaçadas. As condições de reprodução do meio ambiente na Terra entraram em colapso. A crise econômica aprofunda-se. A crise sanitária provocada pelo coronavírus, produto do próprio modelo de produção capitalista, matou e mata milhões pelo simples motivo de o poder econômico e político centrar-se em uma minoria que nunca se importou com as dramáticas condições de vida do restante da população, desde que seus lucros cresçam. A crise política, expressão maior da junção dessas outras crises, mostra que as soluções não serão encontradas dentro da ordem capitalista. A guerra na Ucrânia, o Brexit, as políticas da OTAN, a nova rota da seda indicam um padrão de acumulação ultradestrutiva, que tem como base a superexploração do trabalho e a depredação do meio ambiente, apontando os limites do ciclo capitalista de globalização.

    12. Os trabalhadores estão desarmados para enfrentar os desafios do momento histórico. O PSOL, construído para ser essa ferramenta de organização dos trabalhadores, foi derrotado. Os interesses imediatos do partido são os mesmos interesses de um partido pequeno do campo ideológico oposto. A eleição tornou-se um fim em si: sobreviver no parlamento para ter o fundo eleitoral para conseguir eleger mais parlamentares, para sobreviver no parlamento… Nessa luta pela sobrevivência institucional, o PSOL deixou de privilegiar as disputas mais viscerais para a vida dos trabalhadores. A isso se soma, como falamos antes, a derrocada da estratégia nuclear do PSOL: ser um instrumento de luta política pelo socialismo.

    13. Enquanto a luta de classes pede ferramentas de organização para a superação da ordem burguesa, a direção do PSOL só pensa em como salvar o acesso ao fundo partidário e disputar a representação parlamentar nas instituições burguesas. O PSOL abandona a defesa intransigente dos interesses dos trabalhadores e o mote do socialismo pela compreensão fantasiosa de que haverá uma mudança substancial na vida dos de baixo com um melhorismo sem fundamento prático, inspirado na narrativa de um passado nostálgico que nunca ocorreu. De forma mais imediata na política, a direção partidária optou por tentar derrotar Bolsonaro por meio de uma estratégia meramente eleitoral. Diante dos avanços golpistas do governo, talvez isso não baste: precisamos armar nossa luta para derrotá-lo nas ruas e enterrar o bolsonarismo e a defesa do projeto burguês que o seu governo e a maioria do congresso representam. Para isso, é preciso ocupar as ruas e enfrentar as contradições do capitalismo brasileiro.

    14. A direção do PSOL abandonou seu programa, aliando-se a setores inimigos da nossa classe; abandonou seu método político e suas ferramentas de deliberação formal; destruiu a estratégia de nucleação como ferramenta de capilarização social e política, abandonando assim o grande contingente de militantes do partido; ignorou sistematicamente as deliberações e resoluções dos setoriais para apresentar posições políticas contrárias às debatidas no partido; abriu um processo de supressão da proposta histórica do partido com a formação de uma federação com a Rede, sem nenhum debate, sem chamar nenhuma instância maior do que o castelo de cartas marcadas da direção nacional, e, por fim, abriu um processo de silenciamento coletivo de todas as posições diferentes dentro do partido. A direção rompeu com o método, com o programa e com as políticas históricas do PSOL.

    15. O PSOL que construímos e no qual militamos com tanta dedicação foi destruído. O partido criado para combater a ordem burguesa deixou de ser um espaço de organização da luta pelo socialismo e pela liberdade. Entendemos que o giro político e ideológico que representa a adesão à candidatura Lula-Alckmin e à federação com a Rede representa um golpe irreparável ao projeto original e aos militantes que construíram o partido como um instrumento de luta dos trabalhadores. Perde-se definitivamente a possibilidade de estabelecer estratégias e táticas indispensáveis a um partido que luta pelos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora.

    16. Somos conscientes de que o PSOL ainda conta com uma militância aguerrida e comprometida com a luta dos trabalhadores, mas nosso tempo no PSOL acabou. Estamos certos de que nos encontraremos mais à frente, fora das amarras dos partidos burgueses. Saímos do partido de cabeça erguida e sabendo das nossas tarefas. A primeira delas é a necessária e urgente superação do programa democrático popular.

    17. É hora de buscar novos rumos. Na luta política é impossível não cometer erros. Que sejam novos erros! A tarefa fundamental é fazer pedagogicamente a crítica radical – teórica, metodológica, prática e ética – da breve trajetória do PSOL como partido de esquerda.

    18. É hora de fortalecer a luta política com a classe trabalhadora e contra as opressões (em defesa dos direitos das mulheres, negros e negras, povos indígenas e quilombolas, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e demais minorias políticas), criando novas ferramentas organizacionais que auxiliem a autonomia política, a organização e o enraizamento das ideias do socialismo entre os explorados e oprimidos, e é por esse caminho que iremos marchar. Iremos construir novos caminhos; não podemos mais repetir as fórmulas existentes que só levam à perpetuação do que está posto.

    19. As derrotas dos trabalhadores nunca são definitivas. São as contradições irredutíveis do capitalismo que alimentam a luta de classes, renovando incessantemente a legião de trabalhadores e trabalhadoras que se batem pelo socialismo e pela liberdade. A luta de classes polariza-se em escala nacional e internacional entre rebeliões populares e giros reacionários, revolução e contrarrevolução. A tarefa prioritária é aglutinar a esquerda contra a ordem. Estamos comprometidos com a construção de organizações revolucionárias que estejam à altura dos desafios da revolução numa conjuntura histórica particularmente adversa, que, pela gravidade da crise ambiental, põe em xeque a própria sobrevivência da humanidade, colocando na ordem do dia a urgência de uma profunda mudança no modo de vida e produção da sociedade.

    20. Nossa carta política de desfiliação é um apelo a todos/as/es camaradas que estejam empenhados/as/es na superação do PSOL e que compartilhem das mesmas preocupações para que juntos/as/es construamos espaços de acolhimento, estudo, debates, sínteses e encaminhamentos políticos que nos permitam descortinar novos horizontes para a militância política pela emancipação do ser humano.

    Ecossocialismo ou extinção!

    Adiante!

    *ASSINE A CARTA*

    https://forms.gle/G84jxXVNKduFUzzaA

    LEMBRETE !!! Aa assinar essa carta estamos nos expressando politicamente de forma coletiva; para que a desfiliação seja burocraticamente processada é necessário o envio de uma requisição ao Diretório Municipal da sua filiação e, posteriormente, ao cartório eleitoral – https://www.tre-sp.jus.br/eleitor/carta-de-servicos-1/desfiliacao-partidaria.

    ASSINAM ESSA CARTA:

    Aderaldo Pereira dos Santos – Rio de Janeiro/RJ

    Adriana Dezotti Fernandes – Araras/SP
    Adriana Maria Madeira Abelhão – Itapecerica da Serra/SP
    Agripino Alves Luz Junior – Macapá/AP

    Aidan Luiz Franhan – Pindamonhangaba/SP
    Alexandre Adalberto Pereira – Macapá/AP
    Allan Fernandes – São Paulo, SP
    Allany Thayze Ferreira dos Santos – Bruxelas/BEL
    Amanda Beduschi Sterzo – Piracicaba/SP
    Ana Carolina Castro Luz Buzato – Ribeirão Preto/SP
    Ana Keila soares – Itajaí/SC
    Ana Paula Lescano – São Paulo/SP
    Ana Tranchesi – São Paulo/SP
    Anderson Nogueira Alves – São Paulo/SP
    André Anuatti Reis – São Paulo/SP
    André Emmerick Solyom – São Paulo/SP
    André Lins de Melo – Macapá/AP
    André Luis da Silva Carneiro – Rio de Janeiro/RJ
    André Rodrigues Guimarães – Macapá/AP

    Antônio Arilson Lopes Ferreira – Santa Quitéria/CE

    Antonio Augusto Soares de Santana – Três Marias/MG
    Antonio Dias de Oliveira Neto – Aracaju/SE

    Antônio Onofre dos Anjos – São Paulo/SP
    Antonio Soler – SBC, SP
    Arthur Bastos Rodrigues – Juiz de Fora/MG
    Augusto Almeda Correia – São Paulo/SP
    Beatriz Mecozzi Moura – Eunápolis/BA

    Bernardo Augusto Gomes Motta Macharet – Rio de Janeiro/RJ
    Bernardo Favero – São Paulo/SP

    Beto Bannwart- São Paulo/SP
    Bonifácio Ribeiro da Silva – SBC/SP
    Breno Félix Gomes Silva- SBC/SP
    Bruna Leonardo de Carvalho – Lins/SP
    Bruno Avellar Alves de Lima – São Paulo/SP
    Bruno da Silva Santos – SBC/SP

    Bruno Firme dos Santos Lucas – Nova Iguaçu/RJ
    Bruno Henrique Canova – Americana/SP
    Bruno Luís Santiago Cruz – Rio de Janeiro/RJ
    Bruno Nascimento da Silva – Curitiba/PR
    Carlos Esdras – São Paulo/SP

    Carmen Castro – Rio de Janeiro/RJ
    Carolina Martins Paes de Oliveira – São Paulo/SP
    Chan Kin Con – Curitiba/PR

    Ciro Rameck Wallerstein – Paraty/RJ

    Clara Regina Faria Silva – Montes Claros/MG
    Claudia Santana Martins – São Paulo/SP

    Cremilson Soares Da Silva – Duque de Caxias/RJ
    Cristiane Mota Takata – Mogi das Cruzes/SP

    Daniel Jorge Lisboa Soares – Rio de Janeiro/RJ

    Daniel Paulo de Carvalho – Campinas/SP
    Danilo Moreira – São Paulo/SP

    Davi Soares Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ
    Deborah Lorenzo – São Paulo,SP

    Diego Machado de Assis – Campinas/SP
    Diogo Lima Teixeira – Indaiatuba/SP
    Dirlene Marques – Belo Horizonte/MG
    Douglas Cardoso da Silva – São Paulo/SP
    Douglas de Magalhães Ferreira – Avaré/São Paulo
    Eduardo Campos Ferreira – São Paulo/SP

    Efigenia das Neves Barbosa Rodrigues – Macapá/AP

    Eliel Paixão de Souza – Guarulhos/SP
    Enzo Trebbi – São Paulo, SP

    Ernaldo Cezar – Solothurn – Suíça
    Evandro Domingues de Souza Silva – Peruíbe/SP
    Evandro Pereira Assunção – Belém/PA
    Fábio Agustinho da Silva Júnior – Osasco/SP
    Fabrício Cezar Gomes Antônio – Campinas/SP
    Felipe A Maestrello – Sorocaba/SP
    Felipe Gini – São Paulo/SP
    Felipe Thomaz – São Bernardo/SP
    Fernando Antonio Tomaz de Aquino Pessoa – Pará de Minas/MG
    Filipe Cardoso Franco – São Paulo/SP
    Flávio Marcelo Pinto Soares – Porto Alegre/RS
    Francisco das Chagas Gomes Oliveira Júnior – Teresina/PI
    Francisco Orinaldo Pinto Santiago – Macapá/AP
    Gabriel Manhães Barreto – São Bernardo do Campo/SP
    Gabriel Oliveira – Porto Alegre/RS
    Gabriela Donadussi Garcia – BH/MG

    Gabriela Ximenes Freire – Rio de Janeiro/RJ
    Gautier Falconieri – Mossoró/RN
    George França da Silva – Paulista/PE

    Georgia Mocelin – São Paulo/SP
    Gleidson Álvaro Marioto – São Paulo/SP

    Guilherme de Souza Machado – São Paulo/SP
    Gustavo Martins Gomes – São Gonçalo/RJ

    Gustavo Weber de Melo – Rio de Janeiro/RJ
    Henrique Alves da Silva – São Paulo/SP
    Henrique da Silva Santos – SBC/SP
    Heric Moura – Santos/SP

    Huan Ícaro Piran – Lages/SC
    Hugo Gomes Ottati de Menezes – Rio de Janeiro/RJ
    Hugo Vargas – Belo Horizonte/MG
    Isabella Beneduci Assad – São Paulo/SP
    Iuriatan Felipe Muniz – Campinas/SP

    Jade Antunes Cardoso Spessoto – Araçatuba/SP
    Jady Rodrigues Souza – SBC/SP
    Jennifer Ribeiro – Porto Alegre/RS

    Jeruza Maria de Souza Costa – São Paulo/SP

    Jessica Poliane Gomes dos Santos – Sabará/MG

    João Paulo Passos Carvalhal Santos – Porto Alegre/RS

    Joelma Karine da Silva – Fortaleza/CE

    Jonathan Joestar – Diadema/SP
    Jorge Lima – Sorocaba/SP
    José Almir Brito dos Santos – Macapá/AP

    José David Pimentel Tavares Filho – Avaré/SP
    Jose Armando Esper – São Paulo/SP
    José Artur Padilha – Recife/PE

    José de Paulo Teófilo Júnior – Juiz de Fora/MG
    José Roberto – Santos/SP
    José Roberto Silva – Praia Grande/SP
    Joseane Nunes Salheb – Macapá/AP
    Judith Maria de Menezes Athayde Silva – Rio de Janeiro/RJ
    Julia Bachiega – São Paulo, SP
    Juliana Castro Ayres – Itajaí/SC

    Julio Baptista de Oliveira Nobre Neto – Rio de Janeiro/RJ

    Julio Cesar Gonçalves da Silva – Araucária/PR
    Karen Rezende – São Paulo/SP
    Karla Muniz – Uberlândia/MG
    Kauê Krischnegg Pereira – Itajaí/SC
    Kim Kauã Cunha Coimbra – Itajaí/SC
    Larissa Pereira de Santana – Itajaí/SC
    Liliana Maiques – Cabo Frio/RJ
    Loreta Wenzel – São Paulo/SP
    Lucas Cracco – SBC/SP
    Lucas Macedo Pacheco – Volta Redonda/RJ
    Lucas Queiroz Morais – Curitiba/PR
    Luccas Nepomuceno do Nascimento – São Paulo/SP
    Luiene da Silva Veloso – Itajaí/SC

    Luiz Felipe de Carvalho – Rio de Janeiro/RJ
    Luiz Antonio Sypriano – Piraquara/PR
    Marcela Carvalho – Belo Horizonte/MG

    Marcela Pereira Mendes – Rio de Janeiro/RJ

    Marcelo Reina Siliano – Santo André/SP
    Marcelo Borret Cortez – Florianópolis/SC
    Marcelo Furtado Machado Leitão – Manaus/AM

    Marcelo Mafra Sanches – Belo Horizonte/MG

    Marcelo Nascimento Silva – Rio de Janeiro/RJ
    Marcelo Sardinha – São Paulo/SP
    Márcia de Oliveira Piran – Lajes/SC
    Marcia Longo – Araras/SP
    Marco André Cadoná – Santa Cruz do Sul/RS
    Marco Antonio Corrêa Mota – Belém/PA
    Marco Antonio Perruso – Rio de Janeiro/RJ

    Marco Dj – Magé/RJ

    Marcos Martins Trujilho – Uberaba/MG
    Marcos Vieira – São Paulo, SP
    Maria Aparecida da Silva – SBC/SP
    Maria Cordeiro – Campinas/SP
    Maria Dark Gomes dos Santos – SBC/SP
    Maria de las Mercedes Cesar Orjales – São Paulo/SP
    Maria de Lourdes Lopes – Volta Redonda/RJ

    Maria Luiza Zambom – Avaré/SP
    Maria Renata Morales Namura – São Paulo/SP
    Maria Rita Souza Freire – Rio de Janeiro/RJ
    Maria Verônica da Silva Chagas – Itajaí/SC
    Marina Cipolla – São Paulo/SP
    Marinalva Silva Oliveira – Niterói/RJ
    Marino Mondek – Piracicaba/SP
    Marlene Petros Angelides – Peruíbe/SP
    Martin Torres Castro – São Paulo, SP
    Matheus Gomes de Oliveira – Maringá/PR
    Matheus Mello – São José dos Campos/SP
    Maurício dos Santos – São Bernardo do Campo/SP

    Mauricio Marques Mendes – São Paulo/SP
    Meirelles Malú – SBC/SP
    Messias Consoni – Itajaí/SC
    Michael Luis da Rocha – Avaré/SP
    Michael Melchiori Santana – São Paulo/SP
    Michele Cristina Duarte – São Paulo/SP
    Mirella Beneduci – São Paulo/SP
    Murilo Luiz Milek – Curitiba/PR
    Murilo Meirelles – São Paulo/SP
    Natan Mario Krutzsch – Itajaí/SC
    Nicole Martinez – São Paulo/SP
    Oldemburgo da Silva Paranhos Neto – Maceió/AL
    Olgaises Cabral Maués – São Paulo/SP
    Oliviana La Desa Vor – Ouro Preto/MG

    Osmar Martins de Souza – Campos Mourão/PR
    Pâmela Sarabia – São Paulo/SP

    Paulo Henrique Costa Fraga – Serra/ES
    Paulo Lopes Ribeiro – Volta Redonda/RJ
    Paulo Pessoa – São Paulo/SP
    Pedro Brizack Nogueira – Salvador/BA
    Pedro Cintra – São Paulo/SP
    Pedro de Oliveira Rodrigues – São Paulo/SP
    Pedro Moreno – São Paulo/SP
    Philipe Gonçalves Ormeda – Campo Grande/MS
    Plinio de Arruda Sampaio Júnior – São Paulo/SP
    Rafael Amed Ali – São Paulo/SP
    Rafael Geraldo de Queiroz Sousa – Belo Horizonte/MG

    Rafael Gomes Ramos – Rio de Janeiro/RJ
    Rafael Saltori – Cachoeiro de Itapemirim/ES
    Raquel Rachid – São Paulo/SP

    Rebeca Borghesi Bravo – São Paulo/SP
    Renata Gazzaneo – São Paulo/SP
    Renata Rosa da Silva Monteiro – São Paulo/SP
    Renata Tomeo Soares Pacheco – São Paulo/SP
    Renato Assad – São Paulo, SP
    Renato Cinco – Rio de Janeiro/RJ
    Riccardo Marini da Silva Gontijo – Belo Horizonte/MG
    Rivaldo Ferreira Alves – Santos/SP
    Robert Sean Purdy – São Paulo/SP
    Roberto Tavares – São Paulo/SP
    Rodolfo A. M. Pelegrin – São Paulo/SP
    Rodrigo Barbosa Bastos – Macapá/AP
    Rodrigo de Souza Xisto – Salvador/BA
    Rodrigo Freitas de Oliveira Deus – São Paulo/SP
    Rojú Soares – Belo Horizonte/MG
    Ronaldo Sebastião Fonseca Almeida – Alto Rio Doce/MG
    Rosana Aparecida Camilo Simionato – São Bernardo do Campo/SP
    Rosana Camilo – SBC/SP
    Rosana Maria da Conceição- SBC/SP

    Roseli de Godoy Abreu – Paulínia/SP
    Rosi Santos Delmiro – Santo André/SP
    Rui Svensson Fonseca – Porto Alegre/RS
    Sarah Zewe Uriarte – Itajaí/SC
    Saulo Oliveira Miranda – Santana/AP
    Sebastião Paulo Oliveira – Itajaí/SC
    Selma Bellusci – Batatais/SP
    Severino Félix da Silva – SBC/SP

    Silvia Lury Kanehisa Rodrigues – Osasco/SP
    Soelen Dipp dos Santos – Passo Fundo/RS
    Stéphanie Christien – São Luís/MA
    Suellen Cerqueira – MT

    Tarcísio Genaro Rodrigues – Osasco/SP
    Tatiana Pineda – São Paulo/SP

    Teo Cordeiro – Rio de Janeiro/RJ

    Thiago Braga Sá – Maricá/RJ
    Thiago Mendanha do Nascimento – Brasília/DF

    Thiago Vasconcelos Marques – Brasília/DF

    Tiago Marques Ferreira – Santo André/SP

    Tiago Mateus de Azevedo – Rio do Sul/SC
    Valter de Almeida Freitas – Porto Alegre/RS
    Vanessa Pessoa Alves Rosa – Curitiba/PR
    Veridiana Zurita – Indaiatuba/SP
    Vicente Azevedo de Arruda Sampaio – São Paulo/SP
    Victor Carvalho Manfrinato Faruoli de Brito – São Paulo/SP
    Victoria Chaves Ribeiro – São Paulo/SP
    Vinicius Mendes – São Bernardo do Campo/SP
    Vinícius Vieira de Sousa – Itajaí/SC
    Vitor Pelegrin – Campinas/SP
    Vitor Rago – São Paulo/SP
    Vitória Antunes – São Paulo/SP
    Viviane Becker Narvaes – Rio de Janeiro/RJ
    Vladimir Silva de Farias – Rio de Janeiro/RJ
    Wagner Luis Rossi – São Paulo/São Paulo
    Waldir Bertulio – Cuiabá/MT
    William Alberto Brusarosco – São Paulo/SP
    William Mainardes Waiga – Castro/PR
    Yasmin Meira – São Paulo, SP
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